Vacina da gripe ficará disponível ao longo de todo o ano para crianças, gestantes e idosos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A vacina da gripe entrou no Calendário Nacional de Vacinação para crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes e idosos e estará disponível em todos os locais de vacinação ao durante todo o ano a partir da terceira semana de março, anunciou o Ministério da Saúde nesta sexta-feira (28).

Para esses grupos, portanto, a vacinação contra a influenza estará disponível em tempo integral, não apenas em campanhas sazonais. Outros grupos, como profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, dentre outros, continuarão a receber o imunizante em estratégias especiais.

A pasta também anunciou que a vacina contra o rotavírus teve o período para aplicação das doses ampliado: agora, a primeira dose, indicada aos dois meses de idade, pode ser administrada até os 11 meses e 29 dias; a segunda dose, indicada aos quatro meses, poderá ser aplicada até os 23 meses e 29 dias.

Segundo o ministério, as mudanças foram implementadas com base em evidências científicas e ampliam a proteção contra doenças imunopreveníveis, garantindo um acesso mais abrangente e eficaz às vacinas.

VACINA CONTRA A COVID

A imunização contra a Covid também é parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade, idosos e gestantes.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação dos demais grupos especiais a partir de cinco anos de idade será realizada periodicamente em qualquer sala de vacina, sendo a cada seis meses para imunocomprometidos e a cada ano para os demais grupos: pessoas vivendo em instituições de longa permanência; indígenas; ribeirinhos; quilombolas; puérperas (aquelas não vacinadas durante a gestação); trabalhadores da saúde; pessoas com deficiência permanente; pessoas com comorbidades; pessoas privadas de liberdade; funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; e pessoas em situação de rua.

Para a população geral entre 5 e 59 anos, e entre aqueles que nunca receberam nenhuma dose, a recomendação é de uma dose de vacina para a doença.

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