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A pedetista ainda lembra que para o acesso ao templo, os visitantes deveriam pagar uma taxa de visitação, e por isso, ela considera como “dever” do espaço “garantir a segurança dos consumidores”.“Se a falta de zelo leva à perda de vidas, há uma violação grave da dignidade da pessoa humana, exigindo não apenas reparação material, mas também reflexão sobre a responsabilidade social na preservação da vida”, diz outro trecho da proposição.Caso acatada pelo chefe do Executivo municipal, a proposta deverá se estender para outros templos religiosos.A medida conta com o parecer favorável do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), vereador Sidninho (PP), e será analisada pelos demais vereadores em plenário da Câmara Municipal de Salvador (CMS), na próxima quarta-feira, 2.