Filho de Trump acusa Danone de agir pela China; empresa nega

O grupo francês Danone desmentiu nesta sexta-feira (4) acusações feitas por Don Junior, filho do presidente dos Estados Unidos, que afirmou que a companhia estaria atuando sob influência do Partido Comunista Chinês (PCC) para adquirir a empresa americana Lifeway Foods.

Durante episódio recente de seu podcast Triggered, Don Junior afirmou que a Danone estaria “pelo menos em parte sob a direção implícita – ou talvez explícita – do PCC”. Ele acusou a empresa de tentar uma “operação hostil” para controlar a Lifeway, especializada em produtos alimentícios saudáveis e sediada no meio-oeste dos EUA.

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Em resposta, a Danone declarou em comunicado que é acionista minoritária da Lifeway há mais de 25 anos e que, semanas atrás, propôs adquirir os 75% restantes da empresa — oferta que foi rejeitada. “É falso afirmar que o interesse de nossa filial americana pela Lifeway Foods esteja relacionado com o Partido Comunista Chinês”, disse o grupo.

A diretora-geral da Lifeway, Julie Smolyansky, se opõe veementemente à venda da empresa, segundo reportou o jornal francês Les Echos, o que tem causado atritos até mesmo dentro de sua família.

A Danone, que tem 13 fábricas e cerca de 5 mil funcionários nos EUA, também afirmou que não há qualquer investigação em curso contra a companhia em território americano.

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